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Fatos e Fakes sobre o Câncer de Próstata

Novembro é o mês dedicado aos cuidados com a saúde do homem e segue com o mesmo propósito do famoso Outubro Rosa, conscientizar a população masculina sobre os cuidados com a saúde, com foco principal no câncer de próstata, uma das neoplasias mais comuns entre os homens, e que ainda gera muitas dúvidas e tabus.

O câncer de Próstata é mais conhecido como um câncer de terceira idade, já que em 75% dos casos ocorrem em homens com mais de 65 anos, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). No Brasil, entre os homens, é o segundo tipo mais comum de câncer, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Estima-se 65.840 novos casos em 2020.

Conheças as principais dúvidas sobre o câncer de próstata:

A idade é um fator de risco importante.
Verdade, uma vez que, tanto a incidência, quanto a mortalidade aumentam significativamente após os 50 anos.

O câncer de próstata pode ser hereditário.
Verdade, homens que possuem pai ou irmão com casos de câncer de próstata antes dos 50 anos podem apresentar maior risco de ter a doença.

Ter contato com substâncias químicas pode interferir nas chances de apresentar a doença.
Verdade, ser exposto a aminas aromáticas (comum na indústria química, mecânica e de alumínio), arsênio, produtos derivados do petróleo, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPA), fuligens e dioxinas estão associadas ao aparecimento de câncer de próstata.

O câncer de próstata tem uma evolução silenciosa.
Verdade, em sua fase inicial o câncer de próstata não apresenta nenhum sintoma em muitos pacientes. Quando apresentam são semelhantes ao crescimento benigno da próstata, como dificuldade de urinar e necessidade de urinar mais vezes durante o dia e a noite. Já no estágio avançado da doença, os sintomas chegam a dores óssea, e quando mais grave pode chegar a infecções generalizadas e insuficiência renal.

O peso não interfere no risco de ter a doença.
Mito pois já é comprovado que o excesso de gordura corporal pode aumentar o risco de câncer de próstata

Por ser uma doença silenciosa, não é possível fazer a detecção precoce.
Mito, pois a detecção precoce do câncer é o que possibilita melhor chance de uma resposta positiva ao tratamento. A detecção de um tumor em fase inicial pode ser feita com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, ou com uso de exames periódicos como o toque retal e a dosagem de PSA.

Nível elevado de PSA, acima de 4ng/ml é o diagnóstico para o câncer de próstata.
Mito, pois na maioria dos homens o nível de PSA fica abaixo desse valor, porém alguns pacientes podem apresentar o tumor maligno com o índice de PSA baixo. Por isso é importante a combinação de exames para o diagnóstico correto. A dosagem de PSA não deve ser feita de forma isolada pois não apresenta100% de precisão, assim como o toque retal. A confirmação do câncer deve sempre ser feita por meio de uma biópsia.

Exames para detecção do câncer de próstata:

Toque retal: O exame consiste em palpar a glândula que fica em frente ao reto, isso permite ao médico sentir nódulos ou tecidos endurecidos. O exame é rápido e indolor, mas, em alguns homens podem apresentar um pequeno desconforto.

Dosagem de PSA: O PSA é uma glicoproteína de cadeia única, normalmente encontrada no citoplasma das células epiteliais que revestem os ácinos e os ductos da glândula prostática. A medição das formas de PSA é útil para diferenciar o câncer de próstata de outras doenças prostáticas benignas. Entre os pacientes com concentrações elevadas de PSA, os homens com câncer da próstata tendem a ter valores de PSA livre percentual (PSA livre/PSA total) menores que o dos homens com doenças benignas. Valores baixos de PSA livre percentual estão associados a um risco mais elevado de um tumor maligno.

Índice do PHI: O PHI (Índice de Saúde da Próstata) indica a probabilidade de um indivíduo desenvolver câncer de próstata. Este cálculo utiliza os seguintes parâmetros: valor total de PSA, valor de PSA livre e proPSA e é válido para valores de PSA total entre 2 e 10 ng/mL. Os resultados devem ser interpretados levando-se em conta a história clínica e exames adicionais, tais como toque retal.

É importante que, em qualquer sinal ou sintoma, procure um médico e em caso de diagnóstico positivo da doença o tratamento deve ser analisado caso a caso, podendo variar em cirurgias, radioterapias e terapia hormonal. A escolha do tratamento é definida diante do quadro e do estágio da doença.

Não deixe de procurar seu médico e fazer seus exames anualmente, a prevenção ainda é o melhor remédio.

Fonte: diagnosticosdobrasil

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